Pessoas, para alguns este tema ainda pode ser algo sem compreensão, por isso esse post tentará sintetizar essa nova onda, que reafirmo veio para ficar e somar assim como o surgimento da TV na era do Rádio.
O e-commerce surgiu nos Estados Unidos em 1995 com o surgimento da Amazon.com. Fundada por dois doutores em ciência da computação, que não conheciam praticamente nada sobre o mercado de livros, a empresa virtual tornou-se uma ameaça para concorrentes. A principal vantagem da loja virtual é a eliminação de estoques, na medida em que repassa os pedidos de compra diretamente às editoras, reduzindo substancialmente os custos em relação às lojas físicas. A Amazon.com conseguiu agregar valor ao serviço de venda de livros através de resenhas, informações e tratamento individualizado. Em vez de contratar profissionais de vendas, a empresa admitiu “amante de livros” como professores de literatura e bibliotecários. Criou também um ambiente cultural de debates ao publicar e premiar resenhas e opiniões de leitores.
Já no Brasil, o setor começou a se desenvolver cinco anos depois. Desde então, as vendas através do comércio eletrônico não pararam de crescer no país. No seu ano inicial no Brasil o setor faturava um montante em torno de R$ 0,5 bilhão. Em 2010, o faturamento do comércio eletrônico no Brasil foi de R$ 14,8 bilhões, o que representou um crescimento de 40% em relação a 2009.
Segundo o relatório analisado, o tíquete médio das compras online foi de R$373, provenientes dos mais de 40 milhões de pedidos feitos pela internet. Em 2010 o número de e - consumidores também cresceu, passando dos 23 milhões de pessoas que fizeram pelo menos uma compra online ao longo do ano.
Já no que diz respeito à categoria mais vendida, a de eletrodoméstico superou a de livros, assinaturas de revistas e jornais. A primeira obteve 14% do share, a segunda 12%. Saúde, beleza e medicamentos também chegaram a 12%, informática 11% e eletrônicos com 7% respectivamente. As perspectivas para 2011 são ainda melhores, pois é esperado um faturamento 20% maior em relação a 2010 e a entrada de mais 4 milhões de novos e - consumidores no mercado online. O mercado de roupas e acessórios, que vem crescendo ano a ano, espera-se que detenha uma fatia maior no share de vendas por categorias.
Dados retirados de www.ebit.com.br
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