Pessoas, o post de hoje foi inspirado no evento que ocorreu ontem a noite, no teatro situado no Parque Dona Lindu, na cidade do Recife, em comemoração ao dia mundial do Turismo. Lembrando-me do contexto da palestra do Gil Giardelli, um dos grandes pensadores da sociedade imediatista e estudioso da era digital, podemos contextualizar esses conceitos não só para o mercado do Turismo, e sim para se empreender nessa Modernidade Líquida, como define Baumman. Lembrem-se "eu não penso, imagino e faço.
Um dos grandes dilemas das empresas que estão buscando um posicionamento concreto é descobrir o melhor meio de estar presente junto aos consumidores. A preocupação deve ir além das estratégias de crescimento e de manutenção do negócio num mercado estabilizado. A imagem é algo prioritário hoje para quem busca referências e, principalmente, para quem sabe que manter a fidelidade dos clientes não são uma tarefa apenas dos estrategistas de marketing.
A preocupação com a forma como somos vistos requer uma ação contínua e planejada, para conquistar a efetiva participação de todos os envolvidos no processo empresarial. A imagem de uma empresa é o maior bem patrimonial que ela possui. Construir uma imagem talvez seja um dos mais importantes desafios, pois devemos ressaltar que não é somente a apresentação estética, sua logomarca e sua comunicação visual. Estamos falando de conceito, ou seja, o que representa para as pessoas aquela empresa.
Observamos então que muitas empresas estão ignorando a excelente ferramenta de comunicação e relacionamento adquirida através das redes sociais, utilizando-a somente como um canal direto de vendas. Focar apenas em vendas é um erro, pois o foco é no relacionamento que converterá em vendas e fidelização a médio e longo prazo.
Para o comércio eletrônico, as redes têm a finalidade de atender e entender as necessidades deste consumidor que não está apenas em busca de compra, mas em busca de conteúdo e troca de experiências, o que auxilia o usuário no processo da decisão de compra. Nas redes as informações, reclamações, sugestões e desejos dos clientes oferecem às marcas uma base de dados que pode se transformar em excelentes estratégias para o negócio, pois é neste novo ambiente que o cliente fala sobre marcas e produtos.
O que pode servir como recomendação e elogio também podem servir como má reputação. É importante que as empresas inseridas na web, principalmente as lojas virtuais, saibam usar adequadamente as redes sociais como ferramenta de marketing digital, acompanhando as comunidades e aprimorando seus serviços a partir delas.
Com o crescimento exponencial do e-commerce no Brasil, nada mais natural que também se aumente a concorrência, se deparando com esse desafio, fica cada vez mais importante a presença nas Mídias Sociais, possibilitando um diferencial em relação aos concorrentes.
Mas se o cenário é amplamente favorável, a concorrência passa a ser mais acirrada: novas empresas, aumento da oferta, guerra de preços etc. O comércio eletrônico tende a se tornar um mercado bastante competitivo, em que se sobressair e conquistar o consumidor será cada vez mais difícil. Para sair desta situação e se sobressair, a pressão da concorrência não se faz tão presente ainda e o consumidor não só tende a ser mais fiel como até um defensor da loja preferida, as empresas precisam direcionar suas ações às redes e mídias sociais, a nova fronteira do e-commerce.
Porém, dar esse passo não significa, como muitas lojas vêm fazendo, atuar com propaganda da mesma forma que nas mídias tradicionais. Como o próprio nome já indica, as redes sociais não são apenas um canal de comunicação e sim uma rede de relacionamentos. Isso significa que o objetivo das ações deixa de ter o foco em conseguir novos compradores, para focar em conquistar novos amigos.
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